Hoje corremos e nos cansamos, para não perdermos um bom lugar no ônibus, que por sinal, estava lotado mais uma vez. Fui a última a adentrar a condução, naquele ponto. O calor era excessivo. Eu suava e sentia sede.
Em outro ponto da cidade, deparei com uma moça que carregava uma criança no colo, provavelmente, sua filha. Com um ato de "cavalheirismo", me levantei da poltrona desconfortável que ocupava, e cedi meu lugar aquela mulher. Quedei-me então, de pé. Vulnerável ao balançar e as freadas do veículo.
Apesar do desconforto, a viagem foi terna, e um tanto, intelectual.
Uma personagem que leva meia parte do meu nome veio a conversar sobre um texto que "tentava" escrever, naquele balançar todo. Conversávamos como se estivéssemos em uma sala de aula. Como se soubéssemos tudo sobre crônicas ou qualquer tipo de texto. Reparei os olhares ao meu redor. Senti-me como "boa aluna que sou".
Foi uma conversa gostosa. De interesses mútuos. Sobre vivências, paixões, cotidiano, simplicidade e literatura.
Foi bom! O cotidiano me fez pensar sobre aquilo que aqui tento expressar. Me fez pensar sobre o texto que agora escrevo. [...] Só não viveria o momento novamente, devido ao calor que me tomou durante toda a trajetória, de volta para casa.
Post bobo. Que relata uma segunda-feira comum, e sem muitos desafios. Mas é bom compartilhar algo que me fez bem. Falei e tentei buscar as melhores palavras para o texto de uma amiga, assim como faço sempre, aqui, com os meus "supostos" textos! ( KKK)
